02/06/2023
Quem foi Teófilo?
Graduado em Gestão de Recursos Humanos pela FAM (Faculdade de Americana), sou um profissional dedicado a desenvolver e implementar estratégias eficazes de Recursos Humanos. Minha experiência me permite gerir pessoas de maneira eficiente, promovendo um ambiente de trabalho de alta qualidade e servindo como um agente de transformação nas organizações.
Minha pós-graduação em Docência do Ensino Superior, Teologia, Psicologia Social e Psicologia Organizacional pela Faculdade de Minas (FACUMINAS) ampliou minha compreensão e habilidades, permitindo-me atuar como professor na modalidade EAD (Educação a Distância).
Com uma abordagem pastoral, busco integrar meus conhecimentos teológicos e psicológicos em meu trabalho, promovendo um ambiente de empatia, compreensão e crescimento pessoal. Acredito que, ao nutrir o bem-estar espiritual e emocional dos indivíduos, podemos alcançar resultados mais significativos e duradouros.
Estou sempre buscando oportunidades para aplicar minhas habilidades e experiência em ambientes que valorizam a abordagem humana e pastoral na gestão de pessoas e educação.
A defesa de Jó pode ser resumida nos seguintes pontos.
- Jó relembra o seu passado de glória, quando era próspero, justo e respeitado por todos. Ele descreve como era abençoado por Deus em sua família, seus bens, sua saúde e sua influência social. Ele também destaca como praticava a justiça e a misericórdia para com os pobres, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros (Jó 29:1-17).
- Jó lamenta o seu estado presente, em que sofre desprezo, humilhação e dor, sem entender o motivo. Ele se queixa de como foi abandonado por seus familiares, amigos, servos e até pelas crianças. Ele também expressa a sua angústia física e emocional, causada pelas feridas em seu corpo e pela falta de consolo. Ele questiona a Deus sobre o porquê de tanto sofrimento (Jó 30:1-31).
- Jó clama por uma resposta de Deus, que possa justificar o seu sofrimento e restaurar a sua honra. Ele deseja que Deus lhe conceda uma audiência, onde ele possa apresentar a sua defesa e ouvir a acusação divina. Ele espera que Deus lhe mostre onde ele errou e o que ele deve fazer para se reconciliar com ele. Ele confia que Deus é justo e que lhe fará justiça (Jó 31:35-37).
- Jó afirma a sua confiança em Deus, mesmo diante das acusações dos seus amigos e da aparente ausência divina. Ele rejeita as insinuações de que ele seria um pecador secreto, que estaria sofrendo por causa de seus pecados ocultos. Ele defende a sua integridade e inocência diante de Deus e dos homens. Ele declara o seu amor e temor a Deus, mesmo que ele lhe tire a vida (Jó 13:15-18).
- Jó espera pelo seu futuro em aberto, em que Deus lhe dará a vitória sobre os seus inimigos e o recompensará pela sua fidelidade. Ele crê que Deus é o seu Redentor, que vive e que se levantará sobre a terra no último dia. Ele anseia por ver a Deus face a face e por ser vindicado perante ele. Ele profetiza que os seus adversários serão castigados e que ele receberá de Deus uma dupla porção de bênçãos (Jó 19:25-29).
Graduado em Gestão de Recursos Humanos pela FAM (Faculdade de Americana), sou um profissional dedicado a desenvolver e implementar estratégias eficazes de Recursos Humanos. Minha experiência me permite gerir pessoas de maneira eficiente, promovendo um ambiente de trabalho de alta qualidade e servindo como um agente de transformação nas organizações.
Minha pós-graduação em Docência do Ensino Superior, Teologia, Psicologia Social e Psicologia Organizacional pela Faculdade de Minas (FACUMINAS) ampliou minha compreensão e habilidades, permitindo-me atuar como professor na modalidade EAD (Educação a Distância).
Com uma abordagem pastoral, busco integrar meus conhecimentos teológicos e psicológicos em meu trabalho, promovendo um ambiente de empatia, compreensão e crescimento pessoal. Acredito que, ao nutrir o bem-estar espiritual e emocional dos indivíduos, podemos alcançar resultados mais significativos e duradouros.
Estou sempre buscando oportunidades para aplicar minhas habilidades e experiência em ambientes que valorizam a abordagem humana e pastoral na gestão de pessoas e educação.
28/05/2023
Gula: por que não falamos sobre este pecado?
A gula é um dos sete pecados capitais na tradição cristã, mas parece que é um dos menos discutidos e combatidos na atualidade. Vivemos em uma sociedade de consumo, onde somos constantemente estimulados a satisfazer nossos desejos e necessidades, muitas vezes sem limites ou critérios. A gula não se refere apenas ao excesso de comida, mas também ao excesso de bebida, de entretenimento, de informação, de compras, de trabalho e de qualquer outra coisa que nos afaste de Deus e do próximo.
A gula é um pecado grave porque nos torna escravos de nossas paixões e nos impede de viver uma vida equilibrada e virtuosa. A gula nos faz perder o senso de medida e de proporção, nos faz esquecer o valor das coisas e das pessoas, nos faz desperdiçar recursos e oportunidades, nos faz adoecer física e espiritualmente. A gula é uma forma de idolatria, pois colocamos as coisas criadas acima do Criador.
Por que não falamos sobre este pecado? Talvez porque seja um pecado muito comum e difundido, que afeta a todos nós em maior ou menor grau. Talvez porque seja um pecado que não parece tão grave ou escandaloso como outros, que não causa tanto dano ou sofrimento aos outros. Talvez porque seja um pecado que nos dá prazer e conforto, que nos ajuda a escapar da realidade e dos problemas. Talvez porque seja um pecado que está enraizado em nossa cultura e em nosso estilo de vida, que é difícil de mudar ou renunciar.
Mas não podemos ignorar ou minimizar este pecado, pois ele nos afasta de Deus e do seu plano para nós. Deus nos criou para sermos felizes e livres, para amá-lo e serví-lo com todo o nosso ser, para cuidar da sua criação e dos nossos irmãos. Deus nos deu tudo o que precisamos para viver bem e com dignidade, mas ele também nos pede que sejamos responsáveis e generosos, que usemos os bens deste mundo com moderação e gratidão, que compartilhemos o que temos com os mais necessitados.
Como podemos combater a gula em nossa vida? Em primeiro lugar, precisamos reconhecer que temos este problema e pedir perdão a Deus por nossas faltas. Em segundo lugar, precisamos buscar a ajuda da graça divina e dos meios de santificação que a Igreja nos oferece: a oração, os sacramentos, a leitura da Palavra de Deus, a direção espiritual, etc. Em terceiro lugar, precisamos praticar as virtudes opostas à gula: a temperança, a sobriedade, a simplicidade, a caridade. Em quarto lugar, precisamos ter um propósito firme de mudar nossos hábitos e comportamentos nocivos, evitando as ocasiões de pecado e buscando o bem comum.
A gula é um pecado que nos impede de sermos plenamente humanos e plenamente cristãos. Mas Deus nos ama e nos quer livres deste mal. Ele nos convida a seguir o exemplo de seu Filho Jesus Cristo, que se fez pobre por amor a nós, que se entregou totalmente ao Pai e aos homens, que viveu uma vida simples e humilde. Ele nos chama a sermos seus discípulos e testemunhas no mundo, a sermos sal da terra e luz do mundo. Ele nos promete a verdadeira felicidade e a vida eterna.
pr. Izaias Meira
Graduado em Gestão de Recursos Humanos pela FAM (Faculdade de Americana), sou um profissional dedicado a desenvolver e implementar estratégias eficazes de Recursos Humanos. Minha experiência me permite gerir pessoas de maneira eficiente, promovendo um ambiente de trabalho de alta qualidade e servindo como um agente de transformação nas organizações.
Minha pós-graduação em Docência do Ensino Superior, Teologia, Psicologia Social e Psicologia Organizacional pela Faculdade de Minas (FACUMINAS) ampliou minha compreensão e habilidades, permitindo-me atuar como professor na modalidade EAD (Educação a Distância).
Com uma abordagem pastoral, busco integrar meus conhecimentos teológicos e psicológicos em meu trabalho, promovendo um ambiente de empatia, compreensão e crescimento pessoal. Acredito que, ao nutrir o bem-estar espiritual e emocional dos indivíduos, podemos alcançar resultados mais significativos e duradouros.
Estou sempre buscando oportunidades para aplicar minhas habilidades e experiência em ambientes que valorizam a abordagem humana e pastoral na gestão de pessoas e educação.
Qual o juízo de valor no texto de gênesis cap. 3 versículos 2, 3
O texto de Gênesis 3 versículo 2,3 relata a conversa entre a serpente e a mulher no jardim do Éden. Nessa conversa, a serpente questiona a ordem de Deus para que o homem e a mulher não comessem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. A mulher responde que Deus disse que eles não deveriam comer nem tocar nesse fruto, pois morreriam. A serpente, então, contradiz a palavra de Deus e afirma que eles não morreriam, mas se tornariam como Deus, sabendo o bem e o mal.
Nesse texto, há um juízo de valor implícito na fala da serpente. Um juízo de valor é uma opinião ou avaliação sobre algo ou alguém, baseada em critérios subjetivos ou pessoais. A serpente faz um juízo de valor ao dizer que comer do fruto seria bom para o homem e a mulher, pois eles se tornariam como Deus. Ela sugere que o conhecimento do bem e do mal é algo desejável e superior à obediência a Deus. Ela também insinua que Deus está mentindo ou escondendo algo deles, colocando em dúvida a sua bondade e autoridade.
Esse juízo de valor da serpente tem como objetivo enganar e seduzir a mulher para que ela desobedeça a Deus e coma do fruto proibido. A serpente usa de astúcia e mentira para distorcer a palavra de Deus e induzir a mulher ao pecado. Ela apela para a curiosidade, a ambição e o orgulho humanos, fazendo com que a mulher duvide da vontade de Deus e deseje ser igual a ele.
Podemos concluir que o texto de Gênesis 3 versículo 2,3 mostra como o pecado entrou no mundo por meio da desobediência ao mandamento divino. A serpente foi o instrumento usado por Satanás para tentar o homem e a mulher com um juízo de valor falso e enganoso. Esse juízo de valor revela a natureza maligna da serpente e a sua oposição ao plano de Deus para a humanidade.
Uma citação bíblica que confirma essa conclusão é Apocalipse 12:9: \"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
pr. Izaias Meira
Graduado em Gestão de Recursos Humanos pela FAM (Faculdade de Americana), sou um profissional dedicado a desenvolver e implementar estratégias eficazes de Recursos Humanos. Minha experiência me permite gerir pessoas de maneira eficiente, promovendo um ambiente de trabalho de alta qualidade e servindo como um agente de transformação nas organizações.
Minha pós-graduação em Docência do Ensino Superior, Teologia, Psicologia Social e Psicologia Organizacional pela Faculdade de Minas (FACUMINAS) ampliou minha compreensão e habilidades, permitindo-me atuar como professor na modalidade EAD (Educação a Distância).
Com uma abordagem pastoral, busco integrar meus conhecimentos teológicos e psicológicos em meu trabalho, promovendo um ambiente de empatia, compreensão e crescimento pessoal. Acredito que, ao nutrir o bem-estar espiritual e emocional dos indivíduos, podemos alcançar resultados mais significativos e duradouros.
Estou sempre buscando oportunidades para aplicar minhas habilidades e experiência em ambientes que valorizam a abordagem humana e pastoral na gestão de pessoas e educação.



