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"Durma com ideias, acorde com atitude!"

*Pode o crente perder a Salvação?*




 
Esse é um assunto muito extenso. Há muitos textos que tratam do assunto, e opniões diferentes tb. Eu optei por colocar aqui dentre os textos lidos dois mais claros e coerêntes.  São dois textos de pastores diferentes e acredito que um tenha complementado o outro. Confiram os textos abaixo:
 
 
Pode o crente perder a Salvação?Pr. Josimar Salum
 
Como responder a uma questão controvertida como esta? A Bíblia é clara a este respeito?

Um irmão perguntou-me se teria alguma coisa a dizer sobre a pergunta: PODE O CRENTE PERDER A SALVAÇÃO?
Apesar de que o tema seja controvertido para alguns, para mim a doutrina bíblica da segurança da salvação eterna é muito clara. O texto abaixo é a âncora desta doutrina da salvação eterna. Todos os textos da Bíblia correlatos convergem para este texto fundamental. O texto é João 10:9-29. Por favor, atente para os versículos que grifei.
9 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se -á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. 10 O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância. 11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. 12 Mas o mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. 13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado das ovelhas. 14 Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. 15 Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas ovelhas. 16 Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor. 17 Por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. 18 Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar e poder para tornar a tomá-la. Esse mandamento recebi de meu Pai. 19 Tornou, pois, a haver divisão entre os judeus por causa dessas palavras. 20 E muitos deles diziam: Tem demônio e está fora de si; por que o ouvis? 21 Diziam outros: Estas palavras não são de endemoninhado; pode, porventura, um demônio abrir os olhos aos cegos? 22 E em Jerusalém havia a Festa da Dedicação, e era inverno. 23 E Jesus passeava no templo, no alpendre de Salomão. 24 Rodearam-no, pois, os judeus e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente. 25 Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas testificam de mim. 26 Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. 27 As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; 28 e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará das minhas mãos. 29 Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las das mãos de meu Pai.
Ora, diante destas afirmações contundentes do Senhor Jesus cabe a mim apenas afirmar que: - o crente que nasceu de novo, ovelha que o Pai deu a Jesus, ovelha que recebeu a vida eterna dada por Jesus NUNCA HÁ DE PERECER E NINGUÉM PODE ARREBATÁ-LA DAS MÃOS DO PAI. Dizer que eu posso jogar fora a salvação que o Pai me deu é argumento humano. Quem afirma isto geralmente confunde-se com o tema da apostasia. A apostasia é possível apenas para aqueles que conheceram a Fé em Cristo Jesus, entretanto, não significa que tenham sido salvos.
João novamente registra escrituras sobre isto definindo tudo: Eles saíram do nosso meio, entretanto, não eram dos nossos: porque se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos. (I João 2:19). Atente para esta expressão esclarecedora: Eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos. Jesus ressaltou esta verdade com as seguintes palavras: Aquele porém que perseverar até o fim, esse será salvo. (Mat. 24:13).
Quem será salvo? Quem persevera até o fim. ESSE que será salvo é aquele não pôde apostatar-se. E não apostatou-se porque era dos nossos e permaneceu conosco. Permaneceu conosco porque o Pai o deu a Jesus e Jesus lhe deu a vida eterna e não pereceu. E não pereceu porque Jesus disse que NUNCA iria perecer. Como me disse um irmão certa vez: Se eu pudesse perder a salvação não quereria e seu quisesse não poderia. Aleluia! Aleluia! Salvo em Jesus, salvo para sempre.
Minha fonte: http://aleluia.uol.com.br

POSSO PERDER A MINHA SALVAÇÃO?
Rev. Valter Lino dos Santos


"Eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; ninguém poderá arrebatá-las da minha mão"

Vivemos em um contexto em que muitos crentes são atormentados com o medo de perder a salvação. Em João 3:6 lemos que todo aquele que permanece nEle não vive pecando, (observe a expressão:"não vive pecando"), mas infelizmente ainda peca. Em João 3:9 Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; ...não pode viver pecando porque é nascido de Deus (observe: "não vive na prática de pecado), mas ainda peca. Em João 2:1 Aprendemos que a Bíblia nos orienta para não cairmos em pecado; "mas" se tropeçarmos, temos um recurso - O Senhor Jesus Cristo: Nosso Advogado. Em João 1:9 vemos que somos instruídos que se cairmos em pecado, devemos confessá-los a Deus, Ele perdoa e nos purifica. Veja, Deus nos limpa e nos faz santos.
Quando pecamos não perdemos a nossa salvação, mas temos oportunidade de reconhecermos nossas fraquezas, nossa depedência de Deus. POr sermos fracos, dependemos tão somente de Deus, pois sem Ele não somos capazes de lidar com as nossas fraquezas.
Os grandes homens de Deus, e os homens santos nunca pensaram que eram grandes ou santos, pelo contrário, eles viviam sofrendo e angustiados por causa de seus pecados. Como exemplo vemos Davi, Moisés, Paulo etc...
Em II Cor 7:10 diz que quando o cristão sente-se triste por causa do pecado que cometeu, essa tristeza deve produzir arrependimento e não medo de perder a salvação.
Em João 10:27-29 temos a promessa mais clara sobre a segurança dos salvos.
Observe as características das ovelhas de Cristo: "...ouvem a minha voz...", "...elas me seguem..." Ele diz que temos a vida eterna, e não há a possibilidade de perdê-las quando pecamos, mas devemos buscar a Jesus e pedir perdão. - Isaias 1:18
Creia no que diz Jesus "e ninguém as arrebatará da minha mão", ..."e da mão do Pai ninguém pode arrebatar".
Pode haver maior segurança do que essa?
Mas quem pode ter essa salvação?
* É preciso primeiro reconhecer que somos pecadores e conhecer os nossos pecados. - Lucas 15:18,19
* COmpreender que sem arrependimento não há salvação - Atos 3:19
* Crê no Senhor Jesus Cristo - Atos 16:31
* Agora é preciso fazer a vontade de Deus, obedecendo a sua Palavra - Mateus 7:21
Você pode ter a certeza da sua salvação?

Minha Fonte: www.momentocomdeus.kit.net

Os Terríveis Efeitos da Infidelidade Conjugal




O lar cristão deve ser a continuação da igreja, porque, num
sentido mais profundo, é a igreja também. O relacionamento
entre os membros da família deve ser tão santo em casa, quanto
na igreja. Dentre as características de um bom
relacionamento familiar, destacamos a fidelidade. Esta é
indispensável para que se mantenham inabaláveis os alicerces
do lar. Os pais precisam ser fiéis entre si e aos filhos e
estes aos pais, todos fiéis uns aos outros.

João, evangelista e presbítero, dirigindo sua terceira epístola
a Gaio, diz: "Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes
para com os irmãos, e para com os estranhos" marcante dos
verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou seja, a
infidelidade, é um terrível inimigo, que tem destruído
inteiramente muitos lares e famílias. Neste aspecto, avulta
com maior gravidade, a conjugal: o esposo, o pai de família,
sendo infiel à es-posa e vice-versa.

A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que, nos tempos
atuais, tem-se tornado muito comum nos lares sem Cristo, e
também tem atingido muitos lares cristãos. A infidelidade
conjugal não passa de um instrumento diabólico para a
destruição e desagregação da família. A Bíblia diz que o
marido deve amar a sua esposa da mesma forma que Cristo ama
a Igreja. Ora, o Senhor ama a Igreja com sinceridade, e
sobretudo, com fidelidade. Esta fidelidade é tão grande,
que "se formos infiéis, Ele permanece fiel: não pode negar-
se a si mesmo" (2 Tm 2.1.'3).

Mas Satanás diz ao esposo: "ora, não é nada demais; procura unir-
te a outra mulher: a tua já não te agrada. No fim, tudo dará
certo. - Os teus amigos não possuem outras mulheres?". Com
isso, o inimigo procura desfazer o plano de Deus para a vida
conjugal. E muitos homens, mesmo cristãos, têm cedido a essa
tentação diabólica, cometendo adultério e prostituição, e
desprezando o lar, a esposa, os filhos e seu próprio nome e,
o que é pior: desprezando a Deus. A infidelidade, inimigo
cruel, não acontece de repente.

É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo. MuItas
vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores que
contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada dentro
do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo e a esposa
deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas expressões de
carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas. O afeto vai
desaparecendo entre os dois. No entanto, a necessidade de
afeto continua a existir em cada um.É a chamada carência
afetiva, que leva muitos a se decepcio-narem com o casamento.

As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima amoroso
entre o casal, se não forem adotadas providên-cias para
cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser uma espécie
de pensão, na qual o marido é o hóspede número um. Proceder
fielmente em tudo é uma característica marcante dos
verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou seja, a
infidelidade, é um terrível inimigo, que tem destruído in-
teiramente muitos lares e famílias. Neste aspecto, avulta
com maior gravidade, a infidelidade conjugal: o esposo, o
pai de família, sendo infiel à esposa e vice-versa.

Então Satanás, que não dorme, entra em ação. Começa a falar ao
coração que é hora de experimentar um caso de amor, um
romance, mesmo passageiro. O cônjuge, mesmo sendo cristão,
diante de tal sedução, entra em conflito consigo mesmo. A
mente começa a estampar a crise de afeto que existe no lar,
a falta de carinho, a indiferença do outro cônjuge. A
consciência bate forte, lembrando a condição de cristão,
lavado e remido no san-gue de Jesus. Nas primeiras
investidas, o servo de Deus pensa, recua, vence. Mas, dia
após dia, as coisas se agra-vam. A voz do Inimigo soa mais
forte e sedutora; a concupiscência se aquece. Vem a queda, o
ato, o pecado, a morte espiritual.

Depois, entre desespero e reações evidentes, o coração explode.
O lar, que antes estava ruim, fica pior. A culpa
não dá paz. Os conflitos aumentam. Só há dois caminhos:
abandonar o lar, a esposa, os filhos e viver na nova "pen-
são" ou continuar enganando a todos (mas não a Deus). Em
qualquer caso, todos sofrem. O cônjuge infiel, o cônjuge
fiel, os filhos, a família, a igreja. Para evitar esse tipo
de contribuição à infidelidade, é necessário que o casal se
mantenha debaixo da orientação da Palavra de Deus. O esposo,
amando sua esposa de todo o coração, como Cristo à Igreja. A
esposa, amando o esposo da mesma forma e lhe sendo submissa pelo amor.

Em termos práticos, é necessário cultivar, tratar, regar e
cuidar da planta do amor, para que as ervas daninhas da
infideli-dade não germinem no coração de um dos cônjuges. É
bom, que os cristãos casados saibam que a santidade do
cristianismo não faz ninguém deixar de ser humano. Nesta
vida, precisamos de amor, de alegria, de paz, de carinho, de
afeto. O leito conjugal precisa ser bem aproveitado, e a
união sexual, legítima entre os asados, deve continuar sendo
fa-tor de integração, não apenas física, afetiva, mas também espiritual.
Deus se agrada da união entre os casados, espe-cialmente entre
cristãos: "Seja por todos venerado o matrimônio, e o leito
sem mácula" (Hb 1.3.4), diz a Palavra. Reconhecemos que há
muita infidelidade que começa por mera tentação, para o que
o outro cônjuge, às vezes, em nada contribui. Mas havemos de
reconhecer que o casal bem unido em torno do Senhor Jesus
terá condições de vencer o Inimigo.

O Senhor Deus, repreendendo Israel, dizia que não aceitava mais
suas ofertas. - Por quê? - "Porque o Senhor foi testemunha
entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu FOSTE
DESLEAL, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu
concerto" (Ml 2.14). Esse trecho nos mos-tra que Deus
rejeita aquele que é infiel à sua esposa, e o rejeita não
aceitando suas ofertas, seus sacrifícios. Até as orações não
são recebidas por Deus, quando o marido não coabita com sua
mulher com entendimento, e vice-versa.

Aqui desejamos relembrar algumas recomendações da Bíblia quanto
à infidelidade. Paulo doutrinou bastante sobre o assunto. A
igreja em Corinto disse: "Não sabeis vós que sois o templo
de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém
destruir o templo de Deus, Deus o des-truirá: porque o
templo de Deus, que sois vós, é santo" (1 Co .3.16,17). O
homem, ou a mulher cristã, deve tomar em consideração esta
advertência solene e grave da Bíblia: Se alguém destruir o
seu próprio corpo, pelo pecado, Deus o destruirá. Mais
clara, ainda, é a exortação, quando lemos o trecho de 1
Coríntios 6.18-20: "Fugi da prostituição. Todo pecado que o
homem comete é fora do corpo, mas o que se prosti-tui peca
contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que O NOSSO CORPO
E TEMPLO DO ESPIRITO SANTO, que habita em vós, proveniente
de Deus e que não sois de vos mesmos? Porque fostes
comprados por bom preço; glorificai pois a Deus NO VOSSO
CORPO, e no vosso espíri-to, os quais pertencem a Deus".

Vemos, então, que a infidelidade conjugal, geralmente tornada em
adultério, é considerada o maior pecado contra o corpo. Isto
porque o corpo é "templo de Deus", "templo do Espírito
Santo. Havendo o verdadeiro amor, não haverá frieza sexual.
Haverá interesse, atração de um pelo outro; haverá prazer no
ato sexual. É necessário evitar a infidelidade sob qualquer
forma ou pretexto.


Pr. Elinaldo Renovato de Lima

fonte www.evangelizacaopessoal.com