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"Durma com ideias, acorde com atitude!"

Investimento




A igreja existe para investir em vidas, não em paredes.


O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor: - Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil - aconselha o ex-presidente. As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo. Ele abre o primeiro envelope: "Culpe o seu antecessor"! Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessor. Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera. Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope: "Corte custos". Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas. No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente. Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope: "Prepare três envelopes"!


Um especialista em crescimento da igreja, declarou isto numa de suas palestras: "Para que a igreja seja uma igreja saudável, ela precisa investir na saúde dos relacionamentos familiares".


O lugar mais rentável para se investir dinheiro é no Reino de Deus.


Conta-se que numa cidadezinha do interior residia um pipoqueiro que tinha amor ao seu oficio e o desempenhava à perfeição. Só utilizava o melhor milho e o melhor óleo, sua panela e seus apetrechos eram mantidos imaculadamente limpos e tinha u'a mão magistral para dosar o sal. Todos os dias percorria as ruas da cidade, empurrando seu carrinho de alumínio reluzente. "Pipocas Quentinhas" - gritava, apregoando seu produto. "E Boas de Sal", arrematava, enquanto um cartaz com letras de 10 centímetros de altura, preso ao carrinho, anunciava as virtudes de suas pipocas. Os fregueses não se faziam de rogados e arrebatavam-lhe das mãos os saquinhos transbordantes de pipocas. Animado pela receptividade de sua clientela, o pipoqueiro selecionava mais cuidadosamente ainda o milho, renovava o óleo com mais freqüência e caprichava mais ainda no sal. Chegou até a encomendar saquinhos coloridos para tornar mais atraente a embalagem de seu produto. Enquanto iam de vento em popa os negócios do pipoqueiro, chegou o período das férias escolares e voltou à casa paterna seu filho de 22 anos, estudante de Administração e Economia numa das faculdades do Rio de Janeiro. Após os abraços e proverbiais perguntas sobre parentes, amigos e conhecidos, pai e filho entretinham-se em conversação amena quando, indagado sobre o andamento dos negócios, o pai passou a descrever o sucesso de seu trabalho e confidenciou ao filho seus projetos de expansão. Pretendia contratar um ajudante e, além do carrinho, montar uma barraca fixa num dos melhores pontos da cidade. O filho ouviu-o com um olhar de incredulidade e desaprovação e disse: "Papai, o senhor deveria ser mais cauteloso e pensar melhor antes de prosseguir com seus projetos de investimento e expansão. A economia do país entrou em fase de desaquecimento e os indicadores conjunturais prognosticam tempos difíceis sendo iminentes novas medidas restritivas por parte das autoridades monetárias". E prosseguiu por uns bons 20 minutos não poupando referências à estagflação, à crise energética, ao balanço de pagamentos, ao desemprego, à capacidade ociosa da indústria de bens de capital, à política cambial e a toda uma plêiade de efeitos, conseqüências e implicações cujo impacto sobre a conjuntura econômica seria dos mais desfavoráveis. O pipoqueiro era homem de poucas letras e, portanto não lia as notícias econômicas nos jornais e tampouco lhe interessavam os telenoticiários e, evidentemente, ignorava tudo que seu filho lhe contava. Tampouco compreendera o sofisticado jargão do filho, mas orgulhava-se de ter, com muito sacrifício, conseguido enviar à Capital seu primogênito que, após dois anos de estudos, já revelava tão profunda compreensão da situação econômica do país. Nada daquilo fazia qualquer sentido para ele mas, como poderia deixar de ter razão um rapaz que argumentava com tanto brilho e usava de um linguajar tão elevado? No dia seguinte, segunda-feira, o pipoqueiro saiu para o trabalho, desanimado, empurrando seu carrinho. Achou que não lhe adiantaria gritar o seu pregão e percorreu o seu caminho de sempre, absorto em pensamentos negativos. Seus clientes habituais continuaram a procurá-lo, apesar de alguns comentarem que o acharam algo mal-humorado e menos atencioso naquele dia. Na terça-feira, retirou o cartaz que era pesado e teria pouca utilidade na situação que o filho lhe tinha descrito. Na quarta, deixou de renovar o óleo e alguns clientes reclamaram do sabor algo rançoso das pipocas. Na sexta, errou a mão no sal e recebeu várias reclamações. No sábado, sua clientela já estava reduzida quase à metade. Ao regressar à casa, encontrou o filho refestelando-se na rede, enquanto lia o suplemento econômico de um jornal de grande circulação. Cansado e desiludido, dirigiu-se ao brilhante rapaz: "Meu filho" - disse - "você tem toda a razão! Não dá mais pra negar, os tempos estão ficando bicudos". (Peter Barth - publicado no Jornal do Brasil, Domingo 12/04/81, sob o título "Uma Parábola dos Nossos Dias").


Há uma lenda que conta sobre uma famosa corredora grega que sempre se sagrava vencedora, especialmente nas corridas regionais. Era impressionante ver-se a agilidade da jovem nos esportes porque a sua destreza superava à de todos os demais atletas que competiam. Isso vinha trazendo aborrecimentos sérios para vários competidores. Certo dia, um deles planejou um expediente para derrotar sua rival na corrida, que aconteceria nos jogos olímpicos daquele ano. Seria um investimento de alto custo, mas, com a derrota da sua mais forte adversária, ele seria compensado com os prêmios valiosos que receberia. Chegado o dia da corrida, ele levou para o estádio várias esferas de ouro puro. Quando foi dado o sinal de partida, ele empenhou-se de tal forma até passar à frente da rival que de início sempre poupava as suas forças. Uma vez à sua frente, enquanto corria, o atleta deixava cair de vez em quando uma das preciosas esferas de ouro. Fascinada pelo brilho intenso do metal e ambicionando tê-lo em suas mãos, a jovem corredora abaixava-se a todo momento para apanhar as esferas. Enquanto isto, os companheiros que ela havia deixado para trás aproximavam-se e o dono do projeto já ia muito longe. Quando a competidora percebeu o seu atraso, especialmente em relação ao da frente, já era tarde demais. Reuniu todas as forças em reserva e conseguiu distanciar-se dos que vinham na sua retaguarda, contudo não pôde alcançar aquele que passou à sua frente. Perdeu o prêmio porque tirou os olhos do alvo para se deter, recolhendo as argolinhas de ouro. Cristo representa para nós o alvo máximo a ser atingido. Somos os atletas, que neste mundo correm perseguindo este alvo supremo. Isto, entretanto, demanda esforço, luta, sofrimento, preparo, confiança e otimismo. É fundamental e necessário esquecer as coisas que deixamos para trás, avançando com os olhos fitos "naquele que nos fortalece "; até possuí-lo em toda a sua plenitude.


Ouvi de um pastor o seguinte comentário que me chamou sobremodo a atenção: "Uma bola em minhas mãos, não passa de um brinquedo; uma bola nas mãos de um craque do basquete significa muitas cestas. Uma raquete de tênis em minhas mãos não passa de um objeto; uma raquete nas mãos de um tenista profissional torna-se fator de campeonato. Uma vara nas minhas mãos não passa de uma frágil parte de vegetal; uma vara nas mãos de Moisés dividiu o Mar Vermelho em duas muralhas de água. Cinco pães e dois peixes dariam, quando muito, para umas três pessoas enganarem sua fome, mas os mesmos cinco pães e dois peixes nas mãos de Jesus, alimentaram muito mais de cinco mil pessoas". Ao ouvir tais comparações, fiquei a meditar em minha vida: onde eu tenho colocado o que sou e tenho? Em minhas próprias mãos, meus recursos pouco realizam; mas se eu os colocar nas poderosas mãos do grandioso Deus, minha pequena capacidade vai abençoar muitas pessoas. Meus parcos recursos financeiros, se confiados à sábia administração de Deus, vão ser multiplicados muitas vezes e farão coisas extraordinárias no reino de Deus.

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A HORA DO HOMEM E O TEMPO DE DEUS



1.1 Introdução:
O texto quer logo mostrar uma preocupação de Lucas para informar a verdade a um certo Teófilo sobre Jesus. Na verdade este texto tem uma ligação muito grande com o início do ministério de Jesus, pois este texto irá falar a respeito do início do ministério da Igreja. No início de seu ministério Jesus foi para o deserto e ali esteve sozinho por 40 dias (Mt.4.1-2), e depois da ressurreição Jesus ficou 40 dias ensinando sobre o reino de Deus (v.4). O Pentecostes acontece 50 dias depois da Páscoa. Sendo assim, os discípulos ficam 10 dias em uma inquietação a respeito das coisas que iriam acontecer. A pergunta é o que fazer: ir à frente de Deus? Ou esperar e confiar na palavra de Jesus o qual disse: “E comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai...? (v.4). Assim como foi difícil para os discípulos esperarem por uma promessa feita pelo próprio Jesus, é difícil também para nós, hoje, quando estamos passando por dificuldades e queremos o mais rápido possível uma ação de Deus. Muitos não sabendo esperar passam a frente de Deus e acabam sofrendo grandes conseqüências.

1.2 Transição: Por que é tão difícil esperar?

1.3 Porque muitas vezes não entendemos a ação de Deus na espera:
É no momento de espera que Deus realmente quer nos conhecer, pois a Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que não souberam esperar. Um deles foi Saul, que não soube esperar e acabou perdendo o reino (I Sm 13.8-14). Quantas pessoas assim como Saul que não souberam esperar pela ação de Deus e perderam seus cônjuges, sua família, seus amigos, empregos etc.

• É no momento de espera que Deus quer ver de nós:
1)A nossa obediência: “determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém” (v.4);
2) A nossa paciência: “...mas que esperassem...”; (a maior dificuldade na espera é a paciência)
3) A nossa confiança, estritamente nele: “...esperassem a promessa do Pai,...”;
4) A relembrar de tudo o que Deus já fez por nós: ... a qual, disse ele, de mim ouvistes.

1.4 Porque queremos que as coisas aconteçam sempre no nosso tempo e da nossa maneira:
Hoje em dia as pessoas estão em busca daquilo que é rápido e passageiro. Toda a tecnologia quer levar a humanidade para a “rapidez e facilidade” (exemplo o computador e a internet banda larga). Quando os discípulos perguntaram a respeito do “tempo” a Jesus no verso 7, usaram a palavra Khrónos, que no grego significa: tempo longo ou breve, breve tempo, um certo tempo, o nosso tempo, tempo humano. Perguntaram porque queriam que as coisas acontecessem com uma certa urgência e rapidez. A resposta de Jesus sobre o tempo foi à palavra kairós, que no grego passa a idéia de:

• União e harmonia, como se fosse uma justa medida, lugar, ponto justo:
Pensando em harmonia, temos que ter certeza que toda decisão fora do tempo de Deus deixa dúvidas, embaraços, questionamentos. As coisas parecem que não se encaixam, parece que só vão se tornar realidade “forçando a barra”. É preciso saber que quando for o tempo de Deus as decisões terão uma harmonia e tudo se unirá.

• Tempo de oportunidade, momento propício:
Muitas vezes quando queremos algo, pedimos, imploramos. Mas Deus pela sua onisciência e onipresença sabe que aquilo que queremos poderá até nos tirar da presença do Senhor. [Ilustração: Um certo pastor falou a respeito de um jovem que era uma benção na igreja, era um testemunho para toda a igreja, só que um certo dia ficou sabendo de uma herança por parte de tio, e depois que recebeu o dinheiro começou a querer curtir a vida com seu carro novo, muitas mulheres. Tudo isso o levou a distanciar-se de Deus e acabou saindo da igreja]. No tempo de Deus, pelos acontecimentos, logo você saberá que é um tempo de oportunidade, tudo será realmente favorável na sua decisão, pois será Deus que estará na frente. Por isto vale a pena esperar o tempo propício de Deus.

• Tempo fixado, tempo estabelecido e apto:
Quando você vai para o ponto de ônibus num determinado horário é porque está confiando que naquele horário o ônibus vai passar, ou para um banco às 10:00 h é porque tem confiança de que naquele horário o banco estará aberto. Isto tudo nos mostra que confiamos no homem (Jr 17.5). Da mesma forma temos que confiar em Deus (Sl.40), pois tudo está determinado por Ele. O tempo está fixado e estabelecido por Deus e na hora certa as promessas de Deus irão se cumprir na sua vida.

1.5 A espera sempre se reflete em silêncio, e o silêncio de Deus sempre antecede uma ação peculiar de Deus para mudar nossas vidas: Quando Jesus subiu ao céu a cena foi uma cena contemplativa: “ E estando eles com os olhos fitos no céu...” (v.10). Não podemos também confundir espera com uma vida contemplativa, pois os discípulos saíram dali com a promessa de Deus para as suas vidas, para a vida da Igreja, e eles foram fazer o que estava em seus alcances: saíram do monte Olival e foram para Jerusalém (v.12), começaram reunir no cenáculo (v.13), perseveravam unânimes em oração (14), escolheram o substituto de Judas Iscariotes (23). Depois desse processo de espera e de silêncio por parte de Deus, Deus agiu: Derramou o Espírito Santo que foi prometido + ou – 600 anos antes! Deus foi fiel e Deus cumpriu.

1.6 Conclusão:
Quando os discípulos fitaram os olhos para os céus, aquela cena parecia um processo de que tudo estava se acabando. Sim! No tempo do homem parecia que tudo estava se acabando, mas no tempo de Deus, no Kaíros de Deus estava apenas começando.

Pergunta para os grupos responderem:
1. Qual a postura do crente diante de uma situação de espera através do estudo?
2. Quais foram os dois principais motivos que levou Deus ter uma rejeição para com o rei Saul?
3. No seu entendimento através do Estudo. Como você identifica que a decisão que vai tomar está dentro da vontade de Deus?

fonte;Pr, Orlando Carrafa dos Santos
prcarrafa@hotmail.com