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Colunista minimiza crescimento evangélico no Brasil: “O que aconteceria se os 42 milhões fossem de fato seguidores de Jesus?



O crescimento da quantidade de pessoas que se declaram evangélicas no Brasil e a amplitude da presença de igrejas neopentecostais na TV em horário nobre foram tema de um artigo do colunista do Gospel+,Daniel Simoncelos.

Simoncelos é enfático ao dizer que o termo “’evangélico’ no Brasil não significa nada” e que “esses 42 milhões [de pessoas que declaram evangélicas] são apenas um número”.

Para Daniel Simoncelos, se todos os brasileiros que se identificam como cristãos evangélicos se prontificassem a praticar a fé, a realidade de nossa sociedade seria outra: “Se com mais ou menos 500 pessoas no primeiro século, o cristianismo virou o mundo de cabeça para baixo, com homens e mulheres que viviam o evangelho e estavam dispostos a morrer por isto, imagine só, o que aconteceria no Brasil, se 42 milhões de evangélicos fossem de fato seguidores de Jesus”.

A crítica do colunista se estende também sobre as igrejas Internacional da Graça, Mundial do Poder de Deus e Universal do Reino de Deus: “Olhando para as escrituras posso dizer sem medo que nenhuma das três igrejas são cristãs, nem devem ser consideradas evangélicas e sim seitas, pois quem prega a teologia da prosperidade não está pregando o cristianismo”, frisa.

Sobre teologia da prosperidade, os adeptos e pregadores dessa doutrina não devem ser ouvidos, segundo Simoncelos: “Qualquer pessoa que se enriqueça às custas da igreja não é digna de respeito e sequer deve ser levada em conta”, afirma, antes de recomendar: “Fuja dos pregadores milionários da prosperidade, pois a única prosperidade que funciona na igreja deles é para eles mesmos andarem de jatinho e terem mansões”.

Confira a íntegra do artigo “Crescimento evangélico às custas de seitas evangélicas” de Daniel Simoncelos neste link.

Fonte: Gospel+

Um comentário:

  1. Anderson respeitosamente diz:

    O autor do texto não teve coragem de atacar o ponto.O livre exame que permite que qualquer pessôa com a Bíblia se julgue um intéprete.Não há como evitar que maus ou ignorantes preguem heresias.Ao invés de reconhecer o erro do livre exame, já que a própria Bíblia proíbe a interpretação privada(Pedro) e ensina que a Igreja é Coluna e Sustentáculo da Verdade(Timóteo), o autor prefiriu equivocadamente equiparar as ditas seitas a Igreja Católica que jamais pregou Teologia da Prosperidade.A história de sempre. A crítica pela crítica.O anti catolicismo.Mesmo quando algo errado se dá exclusivamente no protestantismo de alguma forma temos que ser culpados pelos desatinos dos filhos de Lutero. Os líderes citados pelo autor como "enganadores" foram forjados no protestantismo.Não vieram da Igreja Católica ensinar algo que aprenderam no catolicismo.O autor chega a dizer que algumas seitas nem mesmo seriam cristãs. Ora meu caro "sábio",ninguém pode dizer que Jesus Cristo é Senhor se não pela ação do Espírito Santo.O que ensina a Igreja Católica por 2.000 anos ?

    “432. O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados.Ele é o único nome divino que traz a salvação e pode desde agora ser invocado por todos, pois a todos os homens Se uniu pela Encarnação, de tal modo que não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos» (Act 4, l2) (17).

    480. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade da sua Pessoa divina; por essa razão, Ele é o único mediador entre Deus e os homens.

    O autor provou não conhecer história do cristianismo.

    Provou também ter conhecimentos limitados da Bíblia.

    Provou ser um autêntico protestante quando julga tudo e a todos,apontando ainda suposta heresia alheia e encobrindo a sua.

    E pior, fala do catolicismo do qual nada conhece.

    Quem pretende fazer críticas deve pelo menos conhecer a doutrina básica de seu oponente.

    Lutero resumiu bem o pensamento protestante:

    "Quem não crê como eu está destinado ao inferno. O meu juízo e o juízo de DEUS são a mesma coisa."

    Exatamente o que fez o autor. O seu juízo "é" o juízo de DEUS. Quem não crê como ele "está" destinado ao inferno.

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M. Rocha