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"Durma com ideias, acorde com atitude!"

A banalização da forma de cantar dos jovens assembleianos





Tenho visto inúmeras uniões de jovens e adolescentes cantarem em diversas igrejas Assembleias de Deus espalhadas pelo mundo afora. Tenho notado que há um fenômeno estranho e infeliz que vem tomando conta da forma de cantar desses grupos: o desinteresse e a banalização no momento das apresentações (as oportunidades, no vocabulário assembleiano). Vejo que são poucos os conjuntos que, ao cantar, adoram a Deus, de fato, sentindo profundidade espiritual que a música traz e pensando na letra que está sendo cantada.

A banalização da forma de tocar dos músicos assembleianos











A música é o carro-chefe no quesito arte na liturgia evangélica. A ausência de um louvor no culto só não é tão sentida quanto à da mensagem bíblica porque é Palavra que ilumina os passos, e não outra coisa (Sl 119.105), mas as canções são elementos fundamentais num culto ao Senhor. O próprio salmista enfatiza que o louvor deve ser benfeito e de forma alegre (Sl 33.3).





Mas basta passear por algumas igrejas e notar que o salmista é bastante esquecido por muitos músicos assembleianos (e de outras denominações também).





Citemos um exemplo. Os cultos começam, normalmente, às 19h, mas poucas igrejas são rigorosamente pontuais. Os hinos congregacionais são cantados a capella porque os músicos nem sempre chegam no horário. O violão ainda está desafinado. O teclado está sem o cabo. O baixo, sem as cordas. A bateria ainda vai ser montada. O sonoplasta nem chegou, foi o dirigente que ligou o som.