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Menina é enterrada viva pela família por “falar com meninos” na Turquia


Uma menina de 16 anos foi enterrada viva por seus familiares que eram contra o seu relacionamento com garotos, na província de Adiyaman, informou nesta sexta-feira (5) a imprensa turca.
Embora os fatos tenham sido divulgados nesta semana, o corpo da adolescente foi encontrado em dezembro, após ter sido dada como desaparecida por 40 dias.
Segundo os legistas, a garota teria sido enterrada viva e consciente porque a autópsia apontou que não houve sinais de violência ou envenenamento, mas uma grande quantia de terra em seu estômago e pulmões.
Uma denúncia anônima ajudou a localizar o corpo, possivelmente um membro arrependido da família ou um vizinho. O pai e o avô da vítima estão presos preventivamente à espera de julgamento, ambos são acusados pelo assassinato.
Conforme a imprensa turca, o pai disse que família se sentia “infeliz” pelo fato da menina ter amigos homens, o que indica um novo caso de crime de honra.
Crimes deste tipo normalmente ocorrem em regiões atrasadas da Turquia e em bairros pobres das grandes cidades, quando o conselho familiar decide que um membro do clã violou as normas tradicionais da “honra”.
Nestes casos, se incita as crianças da família a cometerem o assassinato já que as penas de prisão para estes são menores. Pelos cálculos de diversas ONGs ocorrem em torno de 300 crimes de honra por ano na Turquia.
Fonte: G1

Casal religioso dos EUA é condenado por negar tratamento a filho que morreu


Um casal de Oregon City, nos Estados Unidos, foi condenado por assassinato resultante negligência criminosa, depois de deixar o filho de 16 anos morrer sem procurar ajuda médica.
Jeff e Marci Beagley são membros da igreja local Seguidores de Cristo, que prega a cura pela fé e rejeita cuidados médicos.
O filho do casal, Neil Beagley, morreu em junho de 2008 por causa de um entupimento congênito nos órgãos que cuidam da excreção urinária – uma condição tratável. Ele tinha a doença desde que nasceu, mas ela nunca havia sido diagnosticada.
O julgamento durou duas semanas e o júri chegou ao veredicto na última terça-feira, depois de dois dias de deliberação. Dez dos 12 jurados consideraram o casal culpado.
Religião x saúde
O caso trouxe à tona, mais uma vez, a discussão sobre crença religiosa sendo usada como justificativa para negar atendimento médico.
Não é a primeira vez que uma criança cujos pais fazem parte da igreja morre de uma doença que poderia ser tratada.
A neta de Jeff e Marci Beagley, Ava Worthington, morreu poucos meses antes de Neil, aos 15 meses de idade. Ela sofria de pneumonia e de uma infecção no sangue, mas seus pais se negaram a procurar ajuda médica, optando por rezar.
Jeff e Marci estavam presentes na casa na hora da morte. Os pais da menina, Raylene e Carl Worthington, foram julgados e inocentados de sua morte, mas Carl foi condenado por maus-tratos criminosos.
Argumentos
A promotoria argumentou que o fato de os pais rejeitarem atendimento médico pôs imensa pressão sobre Neil, que teve que se conformar com as orientações da igreja.
A defesa, no entanto, argumentou que a questão não é tão simples e que se Jeff e Marci Beagley soubessem que a doença do filho era tão grave, eles teriam procurado ajuda médica.
Os sintomas de Neil eram semelhantes aos de uma forte gripe, alegam os pais. Em março de 2008, o jovem teve outra crise. Na ocasião, um agente de saúde do governo o visitou em casa – depois da denúncia anônima de um familiar – e concluiu que se tratava de uma gripe ou um resfriado.
O casal também alegou que sua crença religiosa o absolve de qualquer obrigação de procurar tratamento médico para o filho. Segundo eles, o adolescente também acreditava na cura pela fé e não queria ver um médico.
Decisão ‘errada’
O único jurado que falou com a imprensa após o veredicto, Robert Zegar, disse que nenhum deles acredita que o casal seja “do mal”. “Eles apenas tomaram a decisão errada”, disse Zegar.
Segundo o jurado, a decisão de condenar o casal foi tomada porque na última semana de vida de Neil, Jeff e Marci Beagley tiveram tempo suficiente para perceber que o estado de saúde do filho se deteriorava.
Os jurados também levaram em consideração a morte da neta do casal, em circunstâncias semelhantes.
A pena máxima para assassinato por negligência criminosa é de 10 anos, mas o mais provável é que o casal seja condenado à prisão por 12 a 18 meses. O juiz pode, inclusive, optar pela liberdade condicional, desde que eles cumpram algumas exigências. A sentença deverá ser anunciada no próximo dia 18.
Fonte: G1

Irmão e esposo de Marina de Oliveira morrem em queda de ultraleve


Os dois morreram, no início da noite deste sábado (6), na queda de um ultraleve na Barra da Tijuca. Benoni Assis Vieira de Oliveira, de 45 anos, e Sérgio Ribeiro de Menezes, de 44, que era casado com a cantora evangélica Marina de Oliveira, filha do deputado, estavam na aeronave, que caiu numa lagoa no terreno do Clube Céu de Ultraleve, atrás do Autódromo de Jacarepaguá.
Na foto acima, Benoni aparece abraçado ao pai e à filha caçula, Lara, numa das últimas fotos da família toda reunida, tirada na noite de Natal do ano passado. Além deles, estão também na foto Luiza Oliveira Gerk, filha de Marina de Oliveira, e o marido dela, Nelson; a mulher de Benoni, Adriana; e a mulher de Arolde e mãe de Benoni e Marina, Yvelise.
— Estou dilacerado — disse Arolde ao site “G1”: — Eles saíram para voar e fotografar a cidade. Estava um dia lindo, tranquilo. Houve uma fatalidade que a gente não entende. Perdi dois filhos.
Os bombeiros foram avisados do acidente por volta das 18h30m, e um helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Lagoa foi acionado para tentar resgatá-los. Piloto e passageiro, no entanto, teriam morrido afogados. Ainda não se sabe o motivo do acidente, que só deve ser determinado após a perícia.
Segundo informações de parentes de Arolde, a aeronave pertencia a Benoni, um apaixonado por esportes radicais, que em 2006 já havia dado um susto na família, ao sofrer um grave acidente praticando motocross.
Fotógrafo, Sérgio Menezes (foto ao lado com Marina) era casado com Marina de Oliveira desde 2007. Foram dele as fotos e a arte do último CD da cantora, “Eu não vou parar”, que foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Música Cristã no ano passado.
Fonte: Extra Online / O Verbo