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Alerta aos Pais, Pastores e Líderes de Mocidades Cuidado com a "pulseira do sexo


Está na moda entre os adolescentes as shag bands (pulseiras do sexo). As pulseiras tem diversas cores e cada cor corresponde a um ato afetivo (beijo no rosto, por exemplo) ou a um ato sexual (sexo oral, onanismo, vaginal, etc). O jogo é barra pesada: a adolescente oferece o braço para o rapaz. Se ele conseguir partir sua pulseira, ela terá de se submeter à prática sexual correspondente a essa cor.

Várias adolescentes, inclusive nas igrejas, estão utilizando a tal ‘pulseira do sexo’.

Se alguém acha que se trata apenas de brincadeira de criança, é bom saber que esta moda está causando enorme polêmica entre pais e professores da Inglaterra e algumas escolas já proibiram o uso.

Já há comunidades no orkut que fazem apologia ao uso da tal pulseira.

Qual o significado de cada cor?

Se o rapaz arrebentar alguma dessas cores a adolescente terá que se se submeter à respectiva prática:

Se arrebentar a AMARELA, ela terá que dar um abraço no rapaz.
Se arrebentar a LARANJA, ela deverá dar uma mordida ou “dentadinha do amor” no rapaz.
Se arrebentar a ROXA, ela deverá beijar o rapaz de língua.
Se arrebentar a ROSA, ela deverá mostrar o seio para o rapaz.
Se arrebentar a VERMELHA, ela deverá realizar uma dança erótica para o rapaz.
Se arrebentar a AZUL, a menina deverá realizar sexo oral no rapaz.
Se arrebentar as VERDES, realizar chupões no pescoço.
Se arrebentar a PRETA, a menina deverá realizar sexo com o rapaz.
Se arrebentar a DOURADA , a adolescente deverá fazer tudo o que foi citado anteriormente.

Assista a reportagem




Mais uma novidade maligna para tentar arruinar a vida dos adolescentes.


(Fonte: Blogosfera)

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Fátima Cleide celebra sua "vitória" na aprovação do PLC 122 em comissão do Senado, chamando oposição católica e evangélica de "minoria barulhenta", e já prepara nova manobra para vencer essa "minoria". O PLC 122/2006, que foi modificado para facilitar seu avanço, foi aprovado em 10 de novembro na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Essa modificação, elaborada pela senadora Fátima Cleide com a ajuda do senador Marcelo Crivella, estabelece sanções a práticas discriminatórias contra a orientação sexual das pessoas.