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"Durma com ideias, acorde com atitude!"

Abandono


No fundo, muitos consideram a Deus como um relojoeiro que deu corda no mundo e o deixou se virando sozinho. (O Jornal Batista,

Quando alguém o abraça, não seja você o primeiro a soltar os braços.

O The New York Times do dia 16/11/2001 trouxe o depoimento acerca dos refugiados da guerra no Afeganistão: "Eu vi uma família no caminho, o marido e a esposa grávida, levando dois filhos pequenos, além de seus pertences. Eles não puderam continuar com as crianças. Então, beijaram seus filhos e os deixaram nas montanhas".

Na mitologia grega, Édipo foi abandonado por seus pais, Laios e Jocasta, no alto de uma montanha, amarrado, para que fosse morto por uma fera qualquer. O motivo foi o de evitar a dor: Haviam sido advertidos, por um oráculo, de que o filho mataria o pai e se casaria com a mãe. Mais tarde, resgatado por um pastor, Édipo é adotado por uma família abastada, de outra nação. Mas, depois de crescido, mesmo tentando fugir de seu destino, sem saber, encontra com o pai numa encruzilhada qualquer, e mata-o. Mais tarde, ainda sem saber, casa-se com a rainha viúva. Finalmente, descobre a verdade, fura os próprios olhos e volta à mesma montanha de onde fora originalmente abandonado.

...vemos um aumento da negligência às coisas de Deus. O Irmão André (Missão Portas Abertas) disse que é mais fácil "esfriar" um fanático do que "esquentar" um cadáver. (Revista UniJovem Ano XIX Nº 79, pg 26).

Uma menina escreveu um bilhetinho para DEUS, dizendo: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?". A resposta Dele seria: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!" (Internet)

Um lobo não ataca uma ovelha tão logo ela se distancia do rebanho. Ele espera que ela se afaste mais e mais. Fazendo-se de inofensivo, estimula o animal desgarrado a testar aos poucos seus limites, a aventurar-se, a ir cada vez mais longe do pastor. Quando finalmente ele dá o bote, é certeiro. Não há tempo para que a ovelha fuja e ninguém mais ouça seus balidos no deserto. É a vitória da sagacidade sobre a ingenuidade. Longe de Cristo, ficamos indefesos, da mesma forma que a ovelha afastada do seu pastor se acha à mercê do lobo com seus ardis. (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 85).

Um membro de igreja decidiu certa vez deixar de ir aos cultos. Ele avisou ao pastor que ia provar que poderia viver sem uma vinculação à vida eclesiástica. No primeiro domingo, ele leu a Bíblia, cantou um hino e orou. No segundo domingo, ele leu a Bíblia e cantou. No terceiro domingo, cantou. No quarto domingo, não fez nada. No quinto, saiu a passear no horário do culto. E assim, em pouco tempo estava afastado da igreja e de Cristo. A igreja é fundamental!

É como ouvi RR. Soares dizer: "Há alguns que só não abandonam a Deus por medo do inferno".

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: "Como é que DEUS teria permitido algo tão horroroso acontecer, como os atentados terroristas do dia 11 de setembro de 2001?" Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse: "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?" (Internet)

Muitas pessoas entendem a igreja, a vida cristã, como a Arca de Noé. Somente quando a vida está um verdadeiro dilúvio e elas não enxergam mais saídas para seus problemas é que se voltam para Deus e procuram a igreja. Quando o dilúvio acaba e cessam as tempestades da vida, quando Deus pela sua imensa misericórdia e poder, cura, liberta e salva, saem da igreja e esquecem que Cristo é nosso bem maior. (Lúcio F. Araujo, em O Jornal Batista, pg 2b - 10 a 16/12//2001).

"No fundo, adoramos um deus-relojoeiro, que deu corda no mundo e o deixou se virando sozinho", disse o Pr. Israel Belo de Azevedo. (O Jornal Batista, pg 6 - 17 a 23/12/2001).

Duas amigas voltaram a se encontrar depois de muitos anos de separação forçada. Uma delas continuava solteira, mas a outra havia se casado, era muito feliz ao lado do esposo e dos três filhos já crescidos. Depois de horas de reminiscências agradáveis, a amiga que chegou quis saber um pouco mais a respeito da vida pessoal da outra. Daí se justifica a pergunta aparentemente indiscreta: - Mas, amiga, como aconteceu o seu casamento? - De uma forma bastante curiosa e quase mágica! Tem até uma aparência de enredo de novela... - responde a amiga. - Você me deixa curiosa... Dá pra contar os principais capítulos? - É claro que sim. Eu aprecio falar daquelas experiências que me proporcionaram felicidade! Resumindo a coisa, foi mais ou menos assim: "Mudamos de bairro e dentro de algum tempo comecei a fazer novas e sólidas amizades. Entre elas estava a amizade de Otávio, o nosso mais próximo vizinho. Ele era militar e estava iniciando a carreira. Começamos a namorar. Meigo, equilibrado e seguro, ele conquistou a minha confiança e o meu amor. Foram dias felizes aqueles que vivemos, podendo desfrutar da presença um do outro; mas, surgiu a sua transferência para extremo norte do país. Isso nos fez sofrer muito, mas ele partiu prometendo solenemente escrever-me todos os dias. Por longo tempo Otávio cumpriu com fidelidade o prometido. Todas as manhãs eu me postava junto ao portão, à espera do carteiro. E com que emoção eram diariamente recebidas as suas cartas. Algumas longas, outras mais curtas, porém, todas cheias de juras de amor... esperanças no amanhã... saudades! Assim os dias passavam em desfile, formando semanas e depois meses; mas eu sempre esperava com o mesmo anseio pelas suas cartas. Embora, como é natural, eu já houvesse me habituado com a ausência permanente do Otávio, e até já houvesse percebido que as cartas estavam ficando menos ardorosas, ainda assim gostava de esperar por elas! Agora eu achava muito agradável ouvir o comentário do carteiro, que ao entregar cada carta sempre acrescentava alguma frase como, por exemplo: 'Novas notícias... espero que sejam alvissareiras!' ou então: 'Chegou outra carta... desejo que a faça feliz!' E cada dia ele sempre juntava algumas palavras simpáticas, quando da entrega da carta." Acontece que, dentro de pouco tempo, elas foram diminuindo, diminuindo e se tornando cada vez mais frias e rotineiras. O rumo das coisas mudou... Todavia, amiga, como vê estou casada, sou feliz e mãe coruja de três lindos filhos! - Bem, de qualquer maneira o final com o Otávio foi feliz, pois se casaram, tiveram filhos... Se estou entendendo, casou-se com ele, não foi? - Não. A distância conseguiu esfriar totalmente nosso relacionamento. Eu me casei com o carteiro, sempre presente...

No fundo, muitos consideram a Deus como um relojoeiro que deu corda no mundo e o deixou se virando sozinho. (O Jornal Batista, pg 6 - 17 a 23/12/2001).

"Como se morre de velhice ou de acidente ou de doença, morro, Senhor, de indiferença. Da indiferença deste mundo onde o que se sente e se pensa não tem eco, na ausência imensa (...). Já não se morre de velhice nem de acidente nem de doença, mas, Senhor, só de indiferença". - Cecília Meireles

Uma brasa fora do brasileiro não pode permanecer viva. Pouco a pouco ela se apaga.

O venerando missionário Orlando Boyer, em seu pequeno, mas, excelente comentário ao Evangelho de João, ao citar João 1.10 e 11, diz que estes são os versículos mais tristes da Bíblia. - Almir Gonçalves.

...aquilo que o Quico, do seriado de TV "Chaves", chama de "gentalha, gentalha".

Subestimar o inimigo foi o que fizeram os homens, certa vez, sob o comando de Josué. Havia uma terra pequena de nome Ai para ser conquistada. Josué disse ao seu povo: "Subam uns 2 ou 3 mil homens a ferir a Ai; não vamos cansar todo o nosso povo ali, porque são poucos os inimigos". Sabe o que aconteceu? Os homens de Ai feriram, dos 3 mil homens de Josué, uns 36; mas foi o suficiente para que o coração dos 2.964 restantes se derretesse e ficassem como água (Js 7.1-5).

Na parábola contada por Jesus, o rico não deixava o mendigo nem parar no portão de sua casa. Tal era a repugnância! Agora, até pede que o mendigo ponha seu dedo aonde? Na sua própria língua (do rico).

Em uma noite agradável de verão. A tripulação de um avião conversava despreocupadamente quando um parque de diversão chamou a atenção. Alguma coisa estava errada. Não estariam voando baixo demais? O sinal de alerta de baixa altitude pode ter sido considerado mais uma tolice do que uma advertência, mas aquele sinal era mesmo o último antes do ponto de onde não há volta! Seis segundos antes da queda o comandante disse: - Tudo o que temos a fazer é encontrar o aeroporto.- Sim - disse o co-piloto. Os dois homens gritaram cerca de meio segundo antes da queda. Dez meses depois, após cuidadosa investigação, o relatório do Departamento Nacional de Segurança em Transportes fornecia esta manchete: "A queda do avião em que morreram 72 pessoas deveu-se à conversa fiada do piloto." Distraído com coisas banais, o piloto havia perdido o senso do perigo. Não deixe isso acontecer com você. (Internet).

Um pai estava a descansar no sofá da sala e vendo, sobre a mesa da copa, a fruteira repleta de laranjas como esta (mostrar uma), sentiu, o que imagino alguns de vocês estão sentindo: uma vontade enorme de chupar essa laranja. Então, pediu ao filho mais novo que fosse lá e trouxesse uma laranja daquelas. O menino foi. Apanhou a laranja, uma das mais bonitas, descascou-a com cuidado e, depois, fez o seguinte: ele mesmo resolveu chupar a laranja que o pai havia pedido. O pai estranhou aquela atitude. Chamou o menino e questionou: “Filho, eu peço a laranja e é você quem a chupa?” E o garoto, dando mais uma espremidinha, extraindo o último suco que restava, andou uns passos na direção do pai e lhe deu o que restava da laranja. O pai, perplexo, apanhou aquilo, encarou o filho e disse: “Filho, filho, você chupou a laranja que seu pai lhe pediu e agora vem entregando o bagaço?!” Ah! Comparamos à isso o que muitos andam fazendo com Deus. O Pai está nos pedindo a nossa vida, só que nós mesmos a descascamos, deixamos que ela seja exprimida pelos vícios, sugada pelo pecado e, depois, depois, estando em estado de bagaço, pegamos o que restou, o bagaço da nossa vida, e a entregamos para Deus.

F. Nietzsche, filósofo que fora cristão até sua juventude, declarou sobre nós: "São todos parecidíssimos, pequeníssimos, rendodíssimos, acomodadíssimos, enjoadíssimos". Infelizmente, vemos muitas igrejas tentando manter penosamente estruturas ultrapassadas e anacrônicas. (Walmir Vieira, em O Jornal Batista, pg 4 - 23 a 29/07/2001).

En los años 20, a una niña la colocaron en un «tren de huérfanos» en la ciudad de Nueva York. Era uno de muchos niños que formaban parte de un programa de reubicación de huérfanos no deseados a quienes mudaron de la gran ciudad a las pequeñas ciudades del medio oeste estadounidense. Aunque las familias que los adoptaban recibían a los huérfanos con amor, muchos de sus vecinos despreciaban a esos niños porque pensaban que estaban manchados con «mala sangre». Durante una entrevista de TV, una mujer, que fue uno de aquellos huérfanos, contó algo que ocurrió poco después de su llegada. Se encontraba jugando alegremente con una amiguita vecina cuando la mamá salió a la puerta y gritó: «Mary, ¡entra a la casa! Te he dicho que no te juntes con esa basura.» Al mirar el rostro de aquella mujer, que hoy es una anciana, mientras relataba el incidente, se me llenaron los ojos de lágrimas. (Fonte: Osvaldo Carnival).

Una niña de ocho años le escribió a un líder cristiano buscando consejo. Quería saber cómo podía conseguir que su papá llevara su foto. Dijo que su papá tenía una foto de su hermanito en su billetera (el niño se parecía al papá). Y también llevaba una foto de su bonita hija de 15 años. Pero cuando la niña de ocho años le dio su foto, él la puso en una gaveta. Parece que para su papá, no era lo suficientemente buena. El dolor del rechazo es demasiado real en nuestro mundo: un niño rechazado por sus padres, una esposa a quien el marido le da la espalda, amigos que se vuelven en contra de amigos. José debe haber sentido el dolor de una puñalada en su corazón cuando sus hermanos lo vendieron a los comerciantes madianitas de esclavos. El dolor debe haber sido insoportable. (Fonte: Osvaldo Carnival).

Disseram-me que eu não sou ninguém. Ninguém é perfeito. Logo, eu sou perfeito.

Duas pessoas bem conhecidas - John Wesley e Mark Twain - exemplificam vivamente o contraste entre santos e ímpios como retratados no Salmo 1. Quando Wesley, que tinha sido alegre, energético e eficiente mesmo aos 88 anos de idade, estava a morrer, ele sentou-se repentinamente, olhou para as pessoas que estavam a chorar ao lado da sua cama, e disse: “Melhor que tudo, Deus está conosco.” Mark Twain, desanimado e taciturno com a vida muito antes de morrer aos 75 anos, ele escreveu: “Miriades de homens nascem, trabalham e suam e lutam pelo pão; lutam e ralham e batalham; ... a idade avança; seguem-se as enfermidades; ...aqueles que amam são-lhes retirados, e a alegria da vida transforma-se em aflição... (Alívio) chega por fim - a única dádiva sem veneno que a terra alguma vez lhe deu - e desaparecem do mundo onde eles existiram de forma inconseqüente;... um mundo onde os irão lamentar por um dia e esquecê-los para sempre.” Se confiamos em Deus e vivemos para Ele, seremos - tal como Wesley - semelhantes a árvores frondosas que dão fruto nas estações próprias e por toda a eternidade! Gozaremos de paz e alegria mesmo em momentos difíceis. Se rejeitarmos Deus, as nossas vidas serão como moinha levada pelo vento, para sempre vazias e sem satisfação. As opções são claras. É a fé e a alegria eterna, ou a descrença e eterna rejeição. O que vai ser para ti? - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Novembro99.htm

Não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

A rejeição magoa. Quando o candidato Adlai Stevenson perdeu as eleições presidenciais dos EU em 1952, ele disse que se sentia como um homem crescido que tinha acabado de se magoar no dedo do pé. Ele prosseguiu: "Dói demais para rir, mas eu estou velho demais para chorar." As crianças pequenas sentem a dor da rejeição quando um dos seus colegas é escolhido para recitar um poema ou cantar uma canção em vez deles. Quando crescerem, alguns deles não vão ser escolhidos para a equipa da universidade. Outros ainda vão ser rejeitados por uma jovem que eles querem namorar. Alguns podem se casar e pode acontecer que o seu companheiro os deixe por outra pessoa. Eles podem querer saber por que Deus permitiu que eles fossem rejeitados. Eu não tenho respostas fáceis para pessoas que foram feridas desta maneira. Eu só posso sugerir que eles olhem para Jesus, lembrando como Ele experimentou a rejeição. Ele foi desprezado pelos Seus irmãos e os Seus compatriotas. Ele ouviu a multidão exigir a Sua crucificação (Mateus 27:23). Na cruz, como o titular do nosso pecado, Ele sentiu tal abandono pelo Seu Pai que Ele clamou: "Deus Meu, Deus Meu, por que Me abandonaste?" (v.46). Quando sentires a profunda dor da rejeição, lembra-te que Jesus entende como te sentes. Ele te ama. Se acreditaste n'Ele, Ele te aceitou - Ele nunca rejeitará aqueles que confiam n'Ele (João 6:37). -

Fonte: www.gospel.com em O Jornal Batista.

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M. Rocha