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"Durma com ideias, acorde com atitude!"

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AS ESCRITURAS E O AMOR

Em parte alguma isso é ressaltado mais enfaticamente do que na epístola de I Coríntios 13. Ali, o Espírito Santo diz-nos que embora um crente professo possa falar fluente e eloqüentemente sobre as realidades divinas, se não tiver amor, será como o metal, o qual, embora faça ruído ao ser tangido, não tem vida alguma. Que embora um crente profetize e compreenda todos os mistérios e possua todo o conhecimento, e ainda que a sua fé seja tão potente ao ponto de realizar milagres, contudo, se lhe faltar o amor, espiritualmente será sem valor. Sim, que embora um crente seja benévolo e dê todas as suas possessões materiais para sustento dos pobres, e ainda que entregue seu corpo ao martírio, todavia, se lhe faltar o amor, isso não lhe será de qualquer proveito. Quão imenso é o valor aqui conferido ao amor; e quão essencial para mim é certificar-me de que o possuo!

Disse nosso Senhor: "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros" (João 13:35). Visto que Cristo fez do amor o grande sinal do discipulado cristão, isso nos permite ver, uma vez mais, a grande importância do amor. Trata-se de um teste essencial acerca da genuinidade de nossa profissão cristã: não podemos amar a Cristo a menos que amemos a Seus irmãos, porquanto estão todos ligados no mesmo "feixe dos que vivem com o SENHOR" (I Samuel 25:29). O amor por aqueles a quem o Senhor remiu é uma evidência segura de que possuímos o amor espiritual e sobrenatural do próprio Senhor Jesus. Sempre que o Espírito Santo realiza um nascimento sobrenatural, fará igualmente que essa nova vida entre em exercício, e também produzirá nos corações, nas vidas e na conduta dos santos as suas graças sobrenaturais, uma das quais consiste em amarmos a todos quantos pertencem a Cristo, por amor a Cristo. 


A. W. Pink 

Original em inglês:

PROFITING FROM THE WORD 

 Copyright © I. C. Herendeen 

AS ESCRITURAS E A OBEDIÊNCIA


 

Todos os crentes professos estão acordes, pelo menos quanto à teoria em que é dever obrigatório daqueles que trazem o nome de Cristo honrá-Lo e glorificá-Lo neste mundo. Todavia, acerca de como isso deve ser feito, acerca do que Deus exige de nós quanto a essa finalidade, há imensa gama de opiniões. Muitos supõem que honrar a Cristo meramente significa unir-se a alguma "igreja", tomando parte de suas várias atividades e dando-lhes apoio. Outros imaginam que honrar a Cristo significa falar a Seu respeito a outros, ocupando-se diligentemente no "trabalho pessoal de evangelização". Outros parecem sentir que honrar a Cristo significa pouco mais do que fazer contribuições financeiras liberais em benefício de Sua causa.

Poucos, realmente, são os que percebem que Cristo só é honrado quando vivemos santamente para Ele, e isso se andarmos em sujeição à Sua vontade revelada. Poucos são os que verdadeiramente acreditam naquela palavra que diz: "Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros" (I Samuel 15 :22).

Não seremos crentes, sob hipótese alguma, a menos que nos tenhamos rendido totalmente a Cristo e que tenhamos recebido a Cristo, "... o Senhor... " (Col. 2:6). Queremos instar com o prezado leitor para que pondere diligentemente sobre essa declaração acima. Satanás anda enganando a muitos, hoje em dia, levando-os a suporem que estão confiando na "obra consumada" de Cristo, para salvação de suas almas, ao mesmo tempo que seus corações permanecem inalterados e que o "ego" continua a governar as suas vidas. Ouçamos o que diz a Palavra de Deus: "A salvação está longe dos ímpios, pois não procuram os teus decretos" (Salmos 119:155).

O prezado leitor realmente busca os decretos de Deus? Você pesquisa com diligência a Sua Palavra, para descobrir o que Ele ordenou? "Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade" (I João 2:4). O que poderia ser mais claro do que isso?

"Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? " (Lucas 6:46). A obediência ao Senhor na vida diária, e não apenas na forma de palavras ribombantes nos lábios, é o que Cristo exige. Que mensagem perscrutadora e solene é aquela que se acha em Tiago 1:22: "Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos!" Existem muitos "ouvintes" da Palavra, ouvintes regulares, ouvintes reverentes, ouvintes interessados; mas, infelizmente, aquilo que ouvem não incorporam em suas vidas – a Palavra não guia o seu caminho. E Deus é quem diz que aqueles que não são praticantes da Palavra meramente enganam a si mesmos! 

Desafortunadamente, quantos existem assim na Cristandade, nesta nossa época! Não são hipócritas desavergonhados, mas apenas estão iludidos. Supõem os tais que em face de serem tão claros seus conceitos sobre a salvação só pela graça, que eles estão salvos. Supõem, igualmente, que por estarem sob o ministério de um homem que "fez da Bíblia um livro novo" para eles, que já cresceram na graça. Supõem que por terem aumentado o cabedal de seus conhecimentos bíblicos, aumentou também a sua espiritualidade. Supõem que o mero ouvir a um servo de Deus, ou que a mera leitura de seus escritos os alimenta com a Palavra. Nada disso! "Alimentamo-nos" com a Palavra de Deus somente quando nos apropriamos dela pessoalmente, quando mastigamos e assimilamos em nossas vidas aquilo que ouvimos ou lemos: Sempre que a vida não se amolda mais perfeitamente à Palavra de Deus, desde o coração, o conhecimento acrescido somente servirá para agravar a condenação da alma. "Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade, será punido com muitos açoites" (Lucas 12 :47).

". . .que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade" (II Timóteo 3:7). Essa é uma das mais proeminentes características dos "tempos perigosos" que atualmente atravessamos. As pessoas ouvem um pregador após outro, vão a esta e aquela conferência, lêem livros e mais livros sobre temas bíblicos, e, no entanto, jamais chegam a ter um conhecimento vital e prático da verdade, de tal modo que o seu poder e eficácia fiquem impressos sobre suas almas. Existe aquilo que poderíamos chamar de hidropisia espiritual, e multidões estão sofrendo desse mal. Quanto mais ouvem, tanto mais desejam ouvir: bebem sermões e discursos com avidez, mas suas vidas em nada se modificam para melhor. Antes, sentem-se orgulhosos de seu conhecimento, e não se humilham no pó diante de Deus. Mas a fé dos eleitos de Deus consiste no "... pleno conhecimento da verdade segundo a piedade.... " (Tito 1:1), ainda que isso seja ignorado pela vasta maioria.

Deus nos deu a Sua Palavra não apenas com o intuito de instruir-nos, mas também com o propósito de orientar-nos – para que soubéssemos o que Ele requer que façamos. A primeira coisa de que precisamos, pois, é do claro e distinto conhecimento de nosso dever; e a primeira coisa que Deus requer de nós é a prática conscienciosa do dever, que corresponda ao nosso conhecimento. "E que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus? " (Miquéias 6:8). "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem" (Eclesiastes 12:13). O Senhor Jesus salientou a mesma particularidade, quando disse: "Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando" (João 15:14). 

A. W. Pink 

Original em inglês:

PROFITING FROM THE WORD 

 Copyright © I. C. Herendeen 

É ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL NEGAR OS ABSOLUTOS


O ceticismo com relação aos absolutos não é um fenômeno recente. Cerca de 500 anos antes de Cristo, o filósofo grego Heráclito teorizou: "Ninguém entra no mesmo rio duas vezes, pois águas frescas estão sempre correndo nele". Ele argumentou que tudo não passa de um fluxo: nada é permanente e duradouro; nada é imutável senão a própria mudança. O sucessor de Heráclito, Cratilo fez avançar um pouco o argumento. Ele afirmou que ninguém entra no mesmo rio sequer uma vez. Não há absolutamente essência ou substância na vida, apenas movimento. Quando lhe perguntaram se ele existia, Cratilo simplesmente balançou o dedo, indicando que ele também se encontrava num estado de fluxo constante.

Em épocas mais recentes, duas influências apoiaram a opinião de que vivemos num vácuo moral, sem absolutos. Os antropólogos concluíram que muito poucos comportamentos humanos, se é que existe algum, são considerados errados por todos em toda parte. Roubar, mentir, enganar e trair são coisas consideradas erradas pela maioria das culturas, mas exceções foram observadas e comunicadas. Até mesmo tabus morais de longa data, tais como assassinato e incesto, são considerados certos por algumas tribos. Dificilmente algo aceito como errado por um grupo de pessoas não é aceito da mesma forma como certo por outro grupo. Acrescente a este relativismo aparentemente cultural a relatividade científica do tempo e do espaço proposta por Albert Einstein, e é fácil compreender por que as pessoas hoje se opõem à idéia dos absolutos universais.

A negação de que qualquer comportamento é absolutamente certo ou errado por si mesmo também fica evidente na ampla aceitação da ética situacionista, popularizado por Joseph Fletcher nos anos 70. Para Fletcher, a moral não era estática, mas relativa a cada situação. Ele ensinou aos seus discípulos: "Em cada situação moral, faça o que o amor ditar". Parece maravilhoso, não é? Todavia, na mente de Fletcher, agir com amor não era algo absoluto, mas relativo. Ele explicou que, em certas situações, o adultério é a resposta amorosa e roubar é o bem maior. Até matar pode ser justificado em certas circunstâncias, segundo Fletcher. Nenhum ato é intrínseca e absolutamente certo ou errado para todas as pessoas, em todo tempo e em todas as circunstâncias. A moralidade pessoal é mais semelhante ao barro molhado do que ao mármore; ela está sujeita a ser moldada e talhada pala ajustar-se a cada ocasião.

Grande parte da sociedade atual, de acordo com as descobertas antropológicas e a ética situacionista, concorda em que não existem absolutos morais para governar o comportamento humano. Todavia, há uma inconsistência sutil e reveladora em tal negativa. Não é possível negar os absolutos sem usar um absoluto. É como dizer: "Nunca use a palavra nunca" ou '"É sempre errado dizer sempre". Quando alguém insiste em que os absolutos não existem, essa pessoa admite involuntariamente pelo menos um deles! Na verdade, não há meios de evitar os absolutos.

Até Heráclito reconheceu a existência de uma lei imutável – que ele chamou de logos – subjacente ao fluxo constante da vida. Einstein reconheceu que nem todas as coisas podem ser relativas. Ele pressupõe o Espírito (Deus) absoluto, com respeito ao qual tudo mais é relativo. Afinal de contas, não faz sentido dizer que A é relativo a B e C é relativo a D, a não ser que haja um padrão com respeito ao qual A, B, C e D são todos relativos. A mudança absoluta não é mais possível do que levantar a Terra no espaço usando uma tábua e um suporte. Até a mudança é impossível a não ser que exista uma base imutável em relação à qual essa mudança possa ser medida.

O dilema do relativista pode ser ilustrado por uma das histórias de Winnie the Pooh. Winnie, o ursinho encantador, tem um apetite voraz que o leva à porta do Coelho para obter comida. Quando Winnie bate, o Coelho, que não pretende alimentar o urso, grita: "Não há ninguém em casa". Q sábio Winnie responde: "Deve haver alguém em casa, senão não se poderia dizer: 'Não há ninguém'."

Winnie está certo. O Coelho não pode negar a sua presença, a não ser que esteja presente para negá-la. Do mesmo modo, os que negam a existência das absolutos não podem afirmar que todas as coisas são relativas a não ser que haja algum ponto imutável sobre o qual sua afirmação possa apoiar-se. É insensato dizer que tudo é relativo, quando não se permite que até essa posição seja também relativa. Na verdade, o relativista está firmado no pináculo do seu absoluto, a fim de declarar que tudo mais é relativo

Título do original em inglês:

LOVE IS ALWAYS RIGHT   © 1996 de Josh McDowell e Norman Geisler 

Eu grito bem alto parte II.

Ó senhor DEUS ,eu lembrarei dos teus feitos maravilhosos! recordarei as maravilhas que fizeste no passado. pensarei em tudo o que tens feito,meditarei em todos os teus atos poderosos. Ò DEUS tudo  o que fazes è santo não hà deus que seja tão grande como nosso DEUS .tu ès o DEUS que faz milagres; tu tens mostrado entre as nações .pela tua força,salvaste o teu povo ,os descendetes de jaco e de josé.ò DEUS quando as àguas te viram,ficaram com medo,as àguas profundas do mar tremeram.as nvens derramaram chuva, houve trovoadas nas alturas,e os relâmpagos riscaram o cèu em todas as direções. o estrondo dos teus trovões se espalhou por toda parte; os relâmpagos iluminaramo mundo inteiro,e a terra foi sacudida e tremeu.tu andaste pelo meio do mar, abriste ca minho no oceano profundo, mas ninguèm viu as marcas dos teus pès como um pastor, dirigiste o teu povo pelas mãos de moisès e de arão.
fonte: biblia sagrada salmo 77. 11,20

Eu grito bem alto....

por izaias meira

Eu grito bem alto para DEUS ;grito,e  ele me ouve.nas horas de aflição eu oro ao senhor durante a noite ,lenvanto  as maõs em oração ,pórem não encontro consolo. Penso em DEUS e começo a gemer ;  começo a pensar e fico desanimado.DEUs não me deixa dormir.estou tão preucupado ,que não posso falar . penso nos dias que já passaram e nos anos que se foram há muito tempo .Gasto as noites em penssamentos profundos ,começo a meditar e a mim mesmo faço estas perguntas  ‘’ sera que o senhor  vai nos reijeitar para sempre ?  sera que ele nunca mais vai ficar contente conosco ? sera que nos deixou de nos amar ? sera que sua promessa não tem valor ? sera que DEUS esqueceu de ser bondoso ?  sera que a ira tomou lugar da sua compaixão?” então eu disse assim : “ o pior de tudo e que DEUS altissimo não que nos ajudar  mais como antes .” 

sl 77 .1,10 .fonte: biblia sagrada